ESTÁ COM PROBLEMAS COM BARATAS, RATOS OU CUPINS?

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– Produto sem cheiro, não alergênico.
– Eficaz contra todos os insetos.
– Não desalojante, ou seja não espanta os insetos.
– Mata o inseto atacando o sistema nervoso.
– Efeito dominó – contaminação em cadeia.
– Não é preciso abandonar o local na hora da aplicação.

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COMO CONTRATAR UMA EMPRESA DE CONTROLE DE PRAGAS

Pode se certificar se a empresa está dentro da lei pedindo os seguintes documentos:
Licença de funcionamento da Vigilância Sanitária (seja estadual ou municipal)
Responsável técnico. É preciso que um biólogo, engenheiro agrônomo, engenheiro florestal, médico veterinário, químico ou farmacêutico que faça parte do quadro de funcionários da empresa
A empresa deve estar registrada no conselho profissional do responsável técnico.
Ter CNPJ e sede própria: o imóvel não deve ser utilizado para outros fins que não o de sede da empresa e trabalhe somente para estes fins.

Como os insetos entram em nossas casas

Vários insetos e roedores aproveitam pequenos esconderijos dentro das casas, como ralos, encanamentos e até tomadas elétricas, para atazanarem a vida do homem moderno. Além das baratas e dos ratos, cupins, formigas e traças são outros hóspedes indesejados bastante comuns. "O maior problema do convívio com esses animais é o risco que eles representam à saúde humana", diz o biólogo Osmar Malaspina, do Centro de Estudos de Insetos Sociais da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Rio Claro (SP). Os ratos são a principal ameaça, pois transmitem aproximadamente 200 doenças, da leptospirose à febre hemorrágica. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), um país gasta cerca de 10 dólares por ano pelos males causados por cada roedor que possui. Como se estima que no Brasil vivam 450 milhões de ratos, temos um prejuízo anual de quase 5 bilhões de dólares! Já as baratas, apesar da aparência repugnante, não são tão nocivas assim.
Apenas 40 das 4 mil espécies existentes no mundo estão em permanente contato com o homem – as demais são silvestres. As formigas, por sua vez, são uma grande ameaça nos hospitais. Ao transitarem por UTIs e centros cirúrgicos, contaminam materiais esterilizados. Em relação aos cupins, o grande problema é a destruição que eles fazem em portas, armários e móveis de madeira. "No mundo todo há cerca de 3 mil espécies de cupins descritas, mas apenas 10% são consideradas pragas", afirma a bióloga Ana Maria Costa Leonardo, também da Unesp de Rio Claro. Já as traças são capazes de destruir bibliotecas inteiras e causar sérios danos ao guarda-roupa. "Elas preferem atacar tecidos com secreções humanas, como suor e urina, ou sujos com leite, sucos de fruta e cerveja", afirma o biólogo Luiz Eduardo Leite Chaves, gerente de uma empresa especializada no combate a pragas urbanas.

Casa infestada

Ralos, rodapés e até eletrodomésticos podem servir como um bom esconderijo

Abrigo úmido
As baratas não causam doenças por transmissão direta, mas podem veicular moléstias pela disseminação de vírus e bactérias que adquirem quando caminham em lixeiras e esgotos. Elas adoram lugares úmidos e escuros, como ralos e caixas de gordura. Podem se esconder também perto de depósitos de lixos e em terrenos baldios. Manter as caixas de gordura limpas e bem vedadas e não deixar restos de comida pela casa é a melhor forma de evitá-las

Invasão na despensa
Além das traças (ordem Thysanura) que devoram livros e peças de roupas, existe uma espécie bastante comum que costuma se alojar na despensa da cozinha, alimentando-se de produtos como biscoitos, farinhas, chás e arroz. Para prevenir a invasão desses insetos, é preciso limpar periodicamente prateleiras, armários e guarda-roupas

Formigas eletrizantes
Dentro das casas, as formigas surgem aparentemente do nada para atacar alimentos e restos de comida. Mas onde elas se escondem? Um dos locais preferidos é em volta da parte elétrica da residência, ou seja, dentro de tomadas, conduítes e até mesmo no interior de aparelhos como liquidificadores. Para combatê-las, vede frestas de piso, azulejos e outros lugares que possam servir de ninho, recolha restos de alimentos e guarde-os bem tampados

Ameaça interna e externa
As grandes ratazanas (Rattus norvegicus) fazem tocas em volta da casa, em terrenos baldios e quintais onde achem restos de alimentos. Já o camundongo (Mus musculus) e o rato de telhado (Rattus rattus) podem ter ninhos internos, seja na parte de trás do fogão ou no forro da casa. O pior é que o encanamento de esgoto, que desemboca em ralos e até nos vasos sanitários, pode ser usado pelos ratos numa invasão. Para mantê-los longe de casa, mantenha ralos fechados e tape os vãos entre as telhas com argamassa

Devoradores de madeira
Rodapés e batentes são abrigos ideais para os cupins-de-madeira-seca (Cryptotermes brevis), que também se escondem em móveis, nos telhados ou qualquer canto que tenha madeira e ambiente seco. Já os cupins subterrâneos (Coptotermes havilandi) constroem túneis nas paredes mesmo. Ambos vivem em colônias com milhares ou milhões de indivíduos. Para evitar um ataque devastador, faça inspeções periódicas nos rodapés e nos móveis.

CUPINS – Pragas Urbanas

Por ter grande poder de destruição, os cupins estão entre as pragas que mais causam prejuízos em ambiente urbanos. Com a chegada do calor e o aumento da umidade, eles iniciam seu período reprodutivo e aproveitam para se instalar facilmente nos imóveis em busca de alimento.
Para tirar outras dúvidas sobre os cupins e se informar sobre a maneira segura de contratar uma empresa especializada no controle de pragas.

FORMIGAS SÃO MAIS NOJENTAS QUE AS BARATAS

As formigas domésticas são tão ou mais perigosas para a saúde que as baratas. O problema é cultural: elas não causam o mesmo asco e temor, porque são pequenas e não têm aspecto nojento. No entanto, elas têm a mesma capacidade de contaminar alimentos e ambientes com agentes patogênicos que as baratas e são ainda mais difíceis de serem eliminadas.

As formigas passam por lugares contaminados, como lixo e esgoto. Por isso são vetores mecânicos de organismos patogênicos encontrados nesses locais, que podem acarretar doenças diversas, principalmente as relacionadas com problemas gastrointestinais, como diarréia e vômito”.

Para tirar outras dúvidas sobre os cupins e se informar sobre a maneira segura de contratar uma empresa especializada no controle de pragas, LIGUE!

FORMIGAS SÃO TÃO SUJAS QUANTO AS BARATAS

As formigas são amigáveis, bonitinhas, pequenas, não fazem mal. Podem até ajudar a manter a limpeza nas áreas onde estão instaladas. Tudo isso é puro mito! As formigas domésticas são tão ou mais perigosas para a saúde que as baratas. O problema é cultural: elas não causam o mesmo asco e temor, porque são pequenas e não têm aspecto nojento. No entanto, elas têm a mesma capacidade de contaminar alimentos e ambientes com agentes patogênicos que as baratas e são ainda mais difíceis de serem eliminadas.

As formigas passam por lugares contaminados, como lixo e esgoto. Por isso são vetores mecânicos de organismos patogênicos encontrados nesses locais, que podem acarretar doenças diversas, principalmente as relacionadas com problemas gastrointestinais, como diarréia e vômito.

A entidade está desenvolvendo um trabalho de esclarecimento sobre as infestações de formigas com o objetivo de alertar os consumidores. “Se uma pessoa vê uma barata em um bolo, ela vai jogar fora o alimento e vai procurar descobrir se há uma infestação. Já se encontrar um bolo cheio de formiga, em geral, apenas tira o inseto ou corta a parte onde ele estava e não se preocupa com o risco de contaminação nem de infestação. É uma questão cultural”, ressalta o especialista. Segundo ele, trata-se de um problema real em residências, restaurantes e lanchonetes, e ainda mais grave em hospitais e clínicas.

Para tirar outras dúvidas sobre pragas e se informar sobre a maneira segura de contratar uma empresa especializada no controle de pragas, ligue!

Saiba o que fazer em caso de acidentes com escorpião

O que fazer:
•Limpar o local com água e sabão;
•Procurar orientação médica imediata mais próxima do local da ocorrência do acidente (UBS,posto de saúde, hospital de referência);
•Se for possível,capturar o animal e levá-lo.
O que não fazer:
•Não amarrar ou fazer torniquete;
•Não aplicar nenhuma substância sobre o local;
•Não fazer curativos que fechem o local;
•Não cortar,perfurar ou queimar o local;
•Não dar bebidas alcoólicas ao acidentado.

Dedetização errada pode aumentar casos de ataques por escorpiões.

Mais de 100 mil acidentes e 200 mortes são registrados, por ano no Brasil, decorrentes de diferentes tipos de envenenamento. Entre elas, estão as ocasionadas por escorpiões. De acordo com o Ministério da Saúde, de 2000 ao fim de 2010, foram 359.599 casos de acidentes por escorpiões, sendo a Região Nordeste a campeã em registros – 171.899 acidentes. Em segundo lugar aparece a Região Sudeste, com 148.039 casos, seguida pelas regiões Norte, Centro-Oeste e Sul.

Entre as vítimas, crianças. Pesquisa realizada pelo Instituto Butantan, em São Paulo, mostra que 11 mil pequenos foram vítimas de acidentes com esses animais, apenas no estado, em 2011. Desses, 40 morreram. Entre os adultos, foram 46 mil registros de acidentes, resultando em 51 mortes. Os dados foram divulgados em setembro de 2011 pelo instituto.

Porém, a Unidade Técnica de Vigilância de Zoonoses do Ministério da Saúde contesta os dados. Segundo os números do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), no ano de 2011, foram registrados, em todo o Brasil, 59.957 acidentes com escorpiões. O estado de São Paulo registrou 7.129 desses acidentes. Ainda de acordo com a mesma fonte, dos acidentes no País, 11.831 ocorreram em crianças com idade igual ou inferior a 14 anos e 48.126 em pessoas de 15 anos de idade ou mais. Ainda no mesmo ano, a unidade afirma que foram notificados no Brasil 92 óbitos em decorrência de acidentes por escorpiões, sendo 39 em crianças com 14 anos ou menos e 53 em pessoas com 15 anos ou mais. Para o estado de São Paulo, não há registro de óbitos em decorrência de acidentes escorpiônicos em 2011, segundo as informações do ministério.

Em outros locais no Brasil, a situação de acidentes os animais se repete. O último caso de repercussão nacional foi o de uma criança de 1 ano e 5 meses que morreu em abril deste ano após ter sido picada por um escorpião em uma creche no Guará, região administrativa do Distrito Federal. No desespero, muitos pais buscaram o serviço de dedetização contra escorpiões – que na capital federal saí por cerca de R$ 200. O que poucos sabem, no entanto, é que esse tipo de prevenção pode piorar o quadro e agravar o perigo.

De acordo com Manual de Controles de Escorpiões do Ministério da Saúde, dedetizar um ambiente a fim de exterminar os escorpiões faz com que os animais se desalojem, mas permaneçam vivos, aumentando os riscos. Com a aplicação pulverizada do produto, os animais se movem para regiões de superfície, onde não há veneno, e a possibilidade de acidentes aumenta.

Os escorpiões podem, ainda, permanecer longos períodos em abrigos – como frestas de paredes, telhas, escondidos em caixas e tijolos – que impedem que o inseticida entre em contato com o animal, causando uma falsa sensação de segurança. De acordo com o manual, os escorpiões possuem a capacidade de permanecer com seus estigmas pulmonares fechados e sem se alimentar por um longo período de tempo. “Qualquer veneno mataria o escorpião, desde que atingisse diretamente o animal. Mas, no caso da pulverização, dificilmente isso ocorre”, explica o o biólogo da Diretoria de Vigilância Ambiental do DF (Dival), Israel Martins.